Em poucos segundos, você tem uma estimativa do impacto financeiro da demora — e entende por que "esperar mais um pouco" pode sair muito caro para a família.
Muita gente só descobre tarde demais: adiar o inventário pode aumentar custos, gerar multas e complicar a partilha. Este simulador é um passo simples para você ter clareza do tamanho do prejuízo — e decidir com segurança o que fazer agora.
🔒 Seus dados ficam protegidos. Você não assume nenhum compromisso ao simular.
O resultado é uma estimativa e pode variar conforme o caso. Para confirmar o valor exato e o melhor caminho, é necessária análise jurídica.
Preencha os campos ao lado e clique em Calcular para ver sua estimativa personalizada de perdas tributárias.
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Atendimento direto e sigiloso. Você recebe orientação clara do que fazer primeiro.
⏳ Quanto mais o tempo passa, maior pode ser o custo e a chance de complicações. Se você já está avaliando, o melhor momento de agir é agora.
O Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação varia de 2% a 8% dependendo do estado. Em São Paulo, a alíquota é de 4% sobre o valor total dos bens transmitidos. É a base de tudo.
O CPC exige abertura do inventário em até 60 dias após o óbito. Após esse prazo, os estados cobram multa de 10% a 20% sobre o valor do ITCMD — um acréscimo imediato e evitável.
Além da multa fixa, incidem juros moratórios mensais (normalmente à taxa Selic ou 1% a.m., conforme cada estado) sobre o valor do imposto em atraso — que crescem de forma silenciosa mês a mês.
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